De acordo com o observado, a escola não deve se prender simplesmente no cotidiano, devem-se abrir novos horizontes, caminhos, onde o individuo possa usufruir de sua capacidade de conhecimento, vivenciado saberes, conflitos entre outros.
Para Álamo, a vida não é a troca do velho pelo novo, mas uma criação contínua daquilo que está e do que não está.
A escola é também composta de uma equipe de pessoas com diferentes temporalidades, singularidades, culturas, sonhos, rancores, cumplicidades, etc. Essa gama histórica e cultural é prepositiva de ensinamentos e aprendizagens. Faz-se necessária organização didática e pedagógica que leva em conta a pluralidade de sentidos, ritmos e tempos que convivem cotidianamente no espaço escolar.
No fazer pedagógico, o professor tem o seu papel, como também aluno, o seu. Ás vezes o professor sente-se o dono da situação, sempre está á frente, enfim, é o comandante, mas muitas vezes o aluno tem seu momento professor, onde temos que dar oportunidade de expressar seus conhecimentos suas opiniões, suas idéias, que serão de grande importância no seu cotidiano escolar.
Aprendemos que nos espaços/tempos estruturados, é onde acontecem as várias e diferentes reuniões durante o ano letivo. Nos espaços tempos não estruturados, estão os encontros, as conversas, sem outra intenção, ou seja, o estar-junto solidário. Os encontros no espaço/tempo de festa, se efetivam no poder de fortalecer os laços entre educandos, educadores, e familiares.
MARIA JANILDES MARQUES GARRETO
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